A figura ilustra diferentes etapas de um experimento realizado por Frederick Griffith em 1928 com camundongos e pneumococos.
Disponível em: www.ck12.org. Acesso em: 27 jul. 2012.
A hipótese testada com a realização desse experimento é que
A figura ilustra diferentes etapas de um experimento realizado por Frederick Griffith em 1928 com camundongos e pneumococos.
Disponível em: www.ck12.org. Acesso em: 27 jul. 2012.
A hipótese testada com a realização desse experimento é que

Esta alternativa está errada. O experimento não busca mutações causadas pelo calor: o calor serve apenas para matar as bactérias virulentas. Nenhuma etapa mede alteração genética por temperatura.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está errada. A morte das bactérias pelo calor aparece na figura, pois os camundongos que recebem apenas bactérias virulentas mortas sobrevivem, mas isso é um controle, não a pergunta do experimento. O resultado intrigante é a morte dos camundongos que recebem a mistura de bactérias não virulentas vivas com virulentas mortas.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está errada. A figura mostra o contrário: bactérias virulentas expostas ao calor deixam de matar o camundongo, o que indica que foram afetadas. Além disso, o experimento não tem como objetivo avaliar a resistência dessas bactérias ao calor.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está correta. As bactérias não virulentas vivas e as virulentas mortas pelo calor, injetadas separadamente, não matam o camundongo. Quando as duas são injetadas juntas, o animal morre, o que mostra que a característica de virulência passou das bactérias mortas para as vivas. Esse é o resultado que a montagem testa: a transferência de virulência entre bactérias.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está errada. Em nenhuma etapa a quantidade de bactérias injetadas é variada para comparar a sobrevivência. As etapas diferem pelo tipo e pelo estado das bactérias (virulentas ou não, vivas ou mortas), e não pela quantidade.
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