GUARNIERI, A. Suplemento Literário de Minas Gerais, n. 1 338, set.-out. 2011.
Ao correlacionar o trabalho humano ao da máquina, o autor vale-se da disposição visual do texto para
GUARNIERI, A. Suplemento Literário de Minas Gerais, n. 1 338, set.-out. 2011.
Ao correlacionar o trabalho humano ao da máquina, o autor vale-se da disposição visual do texto para

Esta alternativa está correta. No poema visual, trechos aparecem sem espaços entre as palavras, como “convulsionamosnúmeros” e “as máquinaspermanecemasós”, imitando um fluxo mecânico, enquanto os funcionários surgem com letras espaçadas e palavras como “inú-teis”. Assim, humanos e máquinas se confundem na forma do texto, expressando a desumanização do trabalhador e a perda de sua identidade.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está errada. O tom do poema é sombrio, e termina em “com ódio”. Não há ironia sobre tarefas repetitivas e acríticas, e sim uma denúncia do que o trabalho faz às pessoas.
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Esta alternativa está errada. O foco do poema não é a falta de sentido das atividades burocráticas em si, mas o efeito delas sobre os funcionários, que se tornam parte da máquina.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está errada. A alienação é um aspecto possível, mas o recurso visual vai além do funcionário de repartição: ele funde pessoas e máquinas na própria forma do texto, ideia mais ampla de desumanização.
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Esta alternativa está errada. A palavra “inúteis” aparece no poema, mas como parte da degradação dos trabalhadores. A disposição visual não tem como objetivo destacar uma suposta inutilidade do trabalhador moderno.
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