Disponível em: www.amazonastur.am.gov.br. Acesso em: 6 set. 2024 (adaptado).
Essa campanha governamental foi desenvolvida para combater o problema de
Disponível em: www.amazonastur.am.gov.br. Acesso em: 6 set. 2024 (adaptado).
Essa campanha governamental foi desenvolvida para combater o problema de

Esta alternativa está errada. A campanha se dirige a turistas, mas o problema combatido não é o turismo em si: o título “Turismo sem penas” pede que o turista não compre adereços de penas naturais. O alvo é o dano ao animal, e não a atividade turística.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está errada. A campanha incentiva a denúncia e indica o site para fazê-la, o que é o oposto de combater denúncias falsas. A denúncia é a solução proposta, e não o problema.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está correta. O cartaz diz que o adereço de penas “pode custar a vida de um animal”, que o comércio e o uso de penas naturais em artesanatos é crime e pede denúncia de maus-tratos. A gaiola com uma pena dentro reforça a ideia de aprisionar e explorar o animal. A campanha combate, portanto, a exploração animal.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está errada. O cartaz não discute a criação de pássaros; critica o comércio de penas naturais. A gaiola simboliza o aprisionamento e a perda da vida do animal, e não uma atividade de criação.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está errada. O texto não fala de artesanato sem registro; diz que o uso de penas naturais em artesanato é crime. A questão é a origem das penas e o dano à fauna, e não a falta de documentação da peça.
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