MORGAN, J. Disponível em: www3.gobiernodecanarias.org. Acesso em: 5 maio 2024.
Na charge, a diversidade linguística está representada pelo uso de
MORGAN, J. Disponível em: www3.gobiernodecanarias.org. Acesso em: 5 maio 2024.
Na charge, a diversidade linguística está representada pelo uso de

Esta alternativa está errada. Há formas como “vamo a sorta” e “vamo acogehla”, mas o que chama a atenção na charge não é o valor de futuro próximo; é a maneira como as palavras são escritas. A diversidade linguística está na grafia que imita a fala, e não na estrutura verbal.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está errada. A charge não usa expressões idiomáticas, isto é, expressões de sentido figurado próprias de uma região. As falas são literais, e a variação aparece na pronúncia registrada por escrito.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está errada. Os advérbios “ahí” e “luego” são de uso comum em espanhol, e a charge não os apresenta como vocabulário próprio dos jovens. O que marca a diversidade é a forma de falar, e não a escolha de advérbios.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está correta. Na fala do menino, a escrita reproduz a pronúncia coloquial: “vamo” sem o s final, “sorta” para soltar, “yoquisé” com palavras unidas e “acogehla” para acogerla. Essas grafias mostram a oralidade registrada por escrito e representam a diversidade linguística, em contraste com a fala mais formal da pergunta.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
Esta alternativa está errada. Há perguntas na charge, mas elas não representam a diversidade linguística, já que perguntar é recurso comum a qualquer variedade. A diversidade está na forma como o menino responde, e não no fato de haver perguntas.
Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.
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