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Questão do ENEM 2024

Linguagens e Códigos · habilidade 6Caderno Azul · Questão 5

Los últimos días del sitio de Tenochtitlán

Y todo esto pasó con nosotros. Nosotros lo vimos, nosotros lo admiramos. Con esta lamentosa y triste suerte nos vimos angustiados. En los caminos yacen dardos rotos, los cabellos están esparcidos. Destechadas están las casas, enrojecidos tienen sus muros.

Gusanos pululan por calles y plazas, y en las paredes están salpicados los sesos. Rojas están las aguas, están como teñidas, y cuando la bebimos, es como si bebiéramos agua de salitre.

Manuscrito anónimo de Tlatelolco, 1528.

Disponível em: www.biblioweb.tic.unam.mx. Acesso em: 13 out. 2021 (fragmento).

Nesse poema, o eu lírico representa a voz de um sobrevivente asteca que testemunha a

  1. Alternativa A: destruição da capital do Império Asteca pelos colonizadores espanhóis. gabarito
    Justificativa

    Esta alternativa está correta. O eu lírico, que fala como sobrevivente, descreve o que viu: dardos quebrados nos caminhos, casas destelhadas, muros ensanguentados, vermes nas ruas e águas vermelhas. O título situa o poema no cerco de Tenochtitlán, e as imagens de ruína e morte representam a destruição da capital asteca pelos colonizadores espanhóis.

    Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.

  2. Alternativa B: degradação do meio ambiente no entorno da capital do Império Asteca.
    Justificativa

    Esta alternativa está errada. As águas vermelhas e os vermes são imagens da carnificina e da ruína causadas pela guerra, e não de degradação ambiental. O poema trata de um cerco, e a descrição da paisagem serve para mostrar o horror do conflito.

    Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.

  3. Alternativa C: tristeza dos refugiados astecas ao deixarem a capital do Império rumo ao exílio.
    Justificativa

    Esta alternativa está errada. O poema não fala de pessoas deixando a cidade para o exílio. Ao contrário, o eu lírico descreve o que acontece dentro da capital, onde os sobreviventes permanecem em meio à destruição.

    Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.

  4. Alternativa D: aflição dos astecas ao receberem os colonizadores espanhóis na capital do Império.
    Justificativa

    Esta alternativa está errada. Os versos não mostram a chegada nem o recebimento dos espanhóis. A cena é posterior, de cidade destruída, e a aflição vem do que aconteceu depois dos combates, e não de uma recepção dos colonizadores.

    Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.

  5. Alternativa E: resistência dos astecas às mudanças feitas pelos colonizadores espanhóis na capital do Império.
    Justificativa

    Esta alternativa está errada. O poema não trata de mudanças urbanas feitas pelos colonizadores nem de resistência a elas. As imagens são de destruição física e de sofrimento, e o eu lírico fala de um povo que viu sua cidade arruinada.

    Não revisado · Explicação gerada por IA; pode conter erros.

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Fonte e auditoria
Código INEP
140760
Código da prova
1395
Arquivo do PDF
2024_PV_impresso_D1_CD1.pdf