PEREIRA, E. B. et al. Atlas brasileiro de energia solar. São José dos Campos: Inpe, 2006.
Uma característica regional que justifica o maior potencial anual médio para o aproveitamento da energia solar é a reduzida
PEREIRA, E. B. et al. Atlas brasileiro de energia solar. São José dos Campos: Inpe, 2006.
Uma característica regional que justifica o maior potencial anual médio para o aproveitamento da energia solar é a reduzida

Esta alternativa está errada. A declividade do relevo influencia a drenagem e o uso do solo, mas não determina quanta radiação solar chega à superfície; o mapa mostra valores altos tanto em áreas de planalto quanto em áreas baixas. Quem a escolhe confunde características do relevo com condições da atmosfera.
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Esta alternativa está errada. A extensão longitudinal, isto é, a largura leste-oeste do território, não altera a quantidade de radiação recebida; quem a define é sobretudo a latitude e a cobertura de nuvens. Os maiores valores do mapa aparecem em faixas que atravessam diferentes longitudes.
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Esta alternativa está correta. O mapa mostra os maiores valores anuais de radiação, na faixa de 5,95 a 6,65 kWh/m², no interior do Nordeste, enquanto a Amazônia e o litoral Sul e Sudeste recebem menos. Essa diferença se explica pela atmosfera: onde há pouca nebulosidade, menos radiação é bloqueada ou refletida pelas nuvens e mais chega ao solo. Logo, a reduzida nebulosidade justifica o maior potencial de aproveitamento solar nessa região.
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Esta alternativa está errada. A irregularidade das chuvas é uma característica do semiárido, mas é efeito do clima e não a causa de a radiação ser alta; além disso, ela é uma condição desfavorável à população, não um fator que explique o potencial energético. Quem a escolhe associa o Nordeste apenas à seca.
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Esta alternativa está errada. A continentalidade influencia a temperatura e a umidade, mas as áreas mais interiores do território, como parte da Amazônia, têm radiação menor do que o sertão nordestino, de modo que a distância do mar não explica o padrão do mapa. Além disso, o texto pede uma característica que seja reduzida, e a continentalidade não se mede assim.
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